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Como Atuar Passo a Passo na
Psicopedagogia da Linguagem

Vicente Martins

sem conhecimento teórico sobre leitura, escrita e ortografia nenhum profissional de psicopedagogia pode atuar eficaz e eficientemente no campo das dificuldades de aprendizagem em leitura, escrita e ortografia.

Diariamente, recebo, por e-mail, entre 20 a 40 mensagens, solicitando-me informações sobre dislexia, disgrafia e disortografia: como ajudar meu filho em minha casa? Como ajudar meu
aluno em sala de aula? Neste artigo, apresentamos três passos para uma boa atuação dos profissionais em psicopedagogia, que atuam no campo da linguagem: (a) aprender a conhecer bem os conceitos de dislexia, disgrafia e disortografia; (b) Ler ou ouvir atentamente os relatos de dificuldades de aprendizagem de leitura, escrita e ortografia por parte de pais, educadores ou os próprios educandos e (c) Ler para atuar as principais referências de leitura na área psicopedagógica.
 
O primeiro passo é o seguinte: compreensão dos principais conceitos das dificuldades de aprendizagem em lectoescrita em sala de aula. Para tanto, no segundo passo, reproduzirei
alguns relatos para apreciação dos psicopedagogos que trabalham a intervenção clínica ou institucional no seu campo de atuação profissional.
Uma primeira questão é a seguinte: sem conhecimento teórico sobre leitura, escrita e ortografia nenhum profissional de psicopedagogia pode atuar eficaz e eficientemente no campo das
dificuldades de aprendizagem em leitura, escrita e ortografia.

Comecemos, então, por alguns termos fundamentais para atuação dos profissionais em psicopedagogia que lidam com dificuldades de aprendizagem relacionadas com a linguagem.

Um primeiro termo a considerar é queixa. O que é a queixa? No âmbito psicopedagógico,
adotamos o termo queixa por entendermos que qualquer dificuldade de aprendizagem relatada
pelo educando, em sala de aula ou no lar, é relevante para o atendimento educacional e a tomada
de providências pedagógicas. relatado pelo paciente. A queixa discente é, pois, aquela que, na opinião do educando, é a mais importante de todo o seu relato pedagógico e que terminou por
levá-lo ao baixo rendimento escolar.
 
A queixa se constitui um item em separado e importante da anamnese. No âmbito da
psicopedagogia clínica, a anamnese refere-se ao histórico que vai desde os sintomas ou queixas iniciais do educando até o momento da observação psicopedagógica clínica, realizado com base
nas lembranças do educando e nas avaliações de desempenho do aluno.
Um outro termo relacionado com a anamnese é catamnese que indica o registro da evolução de
um educando desde que observado e diagnosticado com dificuldade de aprendizagem após
ter feito exames psicopedagógicos.

Compreendidos o conceito de queixa e o de anamnese, a noção de diagnóstico é imprescindível
para o trabalho psicopedagógico, uma vez que os pais, em geral, têm grande expectativa com
relação ao que o psicopedagogo irá dar de informação e orientação sobre sua intervenção clínica
ou institucional. Assim, o termo é entendido aqui como a fase em que o educador ou gestor
pedagógico, procura com a orientação psicopedagógica, a natureza e a causa da
DA (Dificuldade de Aprendizagem). Em sala de aula, o educador pode proceder com um
diagnóstico diferencial informal, onde descarta a possibilidade de distúrbios orgânicos que apresentem sintomatologia comum com a dificuldade apresentada pelo educando.
A etimologia da palavra diagnóstico revela que a palavra diagnóstico vem do grego
diagnóstikós e quer dizer 'capaz de distinguir, de discernir'.




Termos com dislexia, disgrafia e disortografia devem ser bem entendidos pelos psicopedagogos.
No caso da dislexia, tanto pode ser compreendido a partir dos aportes teóricos da Medicina ou
da Psicolingüística. A dislexia refere-se à perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade
no reconhecimento da correspondência entre os símbolos gráficos e os fonemas, bem como na transformação de signos escritos em signos verbais. Tem também a acepção de dificuldade para compreender a leitura, após lesão do sistema nervoso central, apresentada por pessoa que anteriormente sabia ler.
 
A disgrafia tem uma natureza ou etiologia mais patológica. Na Neurologia, termo refere-se à perturbação da escrita por distúrbios neurológicos.
A disortografia, no âmbito da psicolingüística, refere-se à dificuldade no aprendizado e domínio
das regras ortográficas, associada à dislexia na ausência de qualquer deficiência intelectual.
Sua etimologia: dis- + ortografia.
Vamos agora ao segundo passo. Darei a seguir exemplos de casos de queixas de pais e
educadores sobre educandos que apresentam dificuldades lectoescritoras (leitura, escrita,
ortografia e cálculo).
No primeiro relato, a mãe diz que tem “ uma filha de 8 anos que está na segunda série mas que
até o momento não consegue ler. Ela só começou a falar, de uma forma que outras pessoas
pudessem entender, depois dos 4 anos. Até o momento ela não consegue pronunciar o /r/ e tem dificuldades para pronunciar palavras com mais de três sílabas. Minha filha freqüenta a educação infantil desde os dois anos e meio, tem um irmão de 12 anos que não apresentou essas
dificuldades, sempre teve acesso a um ambiente que privilegiou a leitura.

Também desde os 3 anos ela tem atendimento fonoaudiológico e psicopedagógico. Não tem problemas auditivos, neurológicos ou visuais. Na escola que freqüente embora ela não tenha
atingido os objetivos da primeira série, optou-se para que ela fosse para a segunda série porque
se verificou que houve avanço no aprendizado dela e pela questão afetiva, o relacionamento com
a turma.Num exame realizado por fonoaudiólogos, disseram que ela tinha problemas no processamento auditivo central. Estou muito angustiada o que me leva a buscar ajuda e escrever,
e peço desculpas por estar ocupando seu tempo.
Tenho um pouco de medo de rótulos, principalmente aqueles que estão na moda e atribuem toda dificuldade de aprendizagem ao fato da criança ser DDA, como estão sugerindo e empurrando Ritalina. Acredito que não seja dificuldade de aprendizagem, mas uma nova forma de aprender,
mas eu, como mãe, não consigo enxergar como tímida e as escolas, pelo visto, também não”
Um segundo caso a mãe revela que sua filha é “ uma linda menina de 9 anos que tem dislexia,
ela esta na segunda serie e apesar dos meus esforços, continua tendo dificuldade na leitura e escrita.Não temos recursos para levá-la a uma fonoaudióloga particular”

Um terceiro caso é uma senhora aos 40 anos que descobre, de forma tardia, sua síndrome
disléxica. Assim se diz “tenho 40 anos sou estudante do 3º período de pedagogia e sempre tive
muita dificuldade em cálculos. Somente nesse período da faculdade, na matéria Alfabetização e Letramento ouvi falar em dislexia e cheguei a conclusão agora que li seu artigo sobre a referida doença que tenho esse problema. Será que na minha idade ainda pode haver cura? Será que tenho condição de ser uma professora? Infelizmente não tive uma boa alfabetização. Fui alfabetizada na roça, vim para cidade cursei a segunda série antigo primário numa cidade do interior onde estudei
até o segundo ano do Normal. Mudei para o Rio de Janeiro onde cursei o segundo grau por
sistema de crédito um ano e meio para concluir o segundo grau, sempre com muita dificuldade
depois de 10 anos voltei a estudar pedagogia o que sempre foi meu maior sonho, mais estou
tendo muita dificuldade devido a esse problema.Gostaria muito de um auxilio”

Um quarto caso é o de um pai de 26 anos que descobre a dislexia do filho de de sete anos.
“pelos sintomas descritos creio que eu possa ser disléxica e meu filho que tem 7anos, o mesmo
não memoriza o alfabeto, faz troca de algumas silabas, peço que me responda o que posso fazer ?”

Um quinto caso é bem interessante e é muito bem escrito pela mãe. “Tenho uma criança de
6 anos e 7 meses que recentemente me tem apresentado algumas alterações na escrita e na leitura.Note.se que ela está conosco desde Janeiro e nessa altura não apresentava estas dificuldades.É uma criança que chegou a nós com uma linguagem e vocabulário muito pobre, linguagem frequentemente à bebê... Tem evoluído muito desde Janeiro, mas nas últimos 15 dias apresenta estas alterações que lhe vou falar. ESCRITA –DITADO:ESCREVE: - viva (orginal
é VIVE) - lustar (original é ILUSTRA)a (original é AL) Vide (original é VIDA)ixa (original é
PEIXE)- Do (original é DA)CÓPIA:ESCREVE: - do (original é DA)dios (original é DIAS)-
Rodos (original é RODAS)- no (original é NA) – batatas (original é BATATES) – Xilofona
(original é XILOFONE)”

Um sexto caso é relato por uma professora que seu aluno comete erros “do tipo professora em
vez de professora , boua em vez de boa.Como podemos classificar estes erros, aqui ocorre uma ditongação pela criança por qual motivo?”

Um sétimo caso é também relatado por uma professora diante de um quadro de dificuldades lectoescritoras em sala de aula: “ Tenho uma aluna que está na 3ª série e além de ter algumas dificuldades na leitura e na escrita, também apresenta um déficit fonológico. Ela não consegue
emitir o som da letra g, troca pelo che. E também troca o d pelo t.Gostaria de saber se você
poderia me orientar sobre o que fazer para orientá-la. A mãe já consultou fonoaudiólogos e
parece que nada adiantou. Desculpe por incomodá-lo, mas gostei da maneira como abordou o problema e espero poder contar com sua orientação”

Um oitavo caso é relatado assim: “ Fui chamada na escola de meu filho porque ele tem problemas com a escrita, faz trocas de letras como v/f, d/t, ele tem 9 anos está na terceira serie, pediram
para que o leve para fazer uma avaliação com uma fono, queria saber se este caminho que devo seguir, ou o que devo fazer”.
 


Um novo caso é relatado por uma profissional de Letras: “Tenho um filho de 9 anos
extremamente inteligente e que desde a pré-escola demonstra um nível de inteligência surpreendente, por outro lado não faz lição, não copia, e apesar disso só tem boas notas,
verbalmente ele é excelente mas na parte da grafia não consegue acompanhar a classe, ano
passado concordei com a reprovação dele na 2º série como forma de punição, pois achava ele preguiçoso. A situação vem se agravando pois ele está ficando agressivo com os colegas da
escola, se acha burro, mas tem conhecimento de todo conteúdo dado em sala de aula.

Quanto a sua inteligência não há o que questionar. Gosta de ler, mas somente livros com pouco conteúdo, pois fala que se atrapalha com muitas palavras. Na escola ele tem até tentado copiar
as lições, mas se tira o olhar do caderno não consegue retornar de onde parou e desiste. Estou cursando o 6º ciclo do curso de letras e como meu filho imagino ter muitas crianças, jovens e
adultos com as mesmas dificuldades. Como posso ajudar meu filho?”

O décimo caso é relatado assim: “ ...tenho notado que meu filho de 9 anos, atualmente cursando
a 3ª série apresenta dificuldade de leitura e tende a trocar letras como “b e d” e se confunde com
o som de sílabas como “se e es”, o que, segundo seu artigo, enquadra-se em um caso de dislexia pedagógica. O processo de alfabetização do Leonardo foi deficiente, pois ele não chegou a cursar
o pré-primário, passou do 2º período pré-escolar diretamente para a 1ª série do ensino fundamental. Embora ele não tenha dificuldade de compreensão e entendimento, apresenta uma leitura difícil e lenta, muitas vezes se perde durante a leitura de uma frase, como se apresentasse uma distração
na hora de ler. Gostaria de uma orientação de como minha família deve proceder para examina-lo.
 A quem devo recorrer?”

O terceiro passo refere-se à formação do psicopedagogo. Para atuar, há, pois, como disse, necessidade de se conhecer. Eis uma pequena sugestão de bibliografia para leitura e análise para aqueles que desejam trabalhar no campo da psicopedagogia da leitura, escrita e ortografia.

1. ABARCA, Eduardo Vidal e RICO, Gabril Martinez. Por que os textos são tão difíceis de compreender? As inferências são a resposta. In TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura:
a língua como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp.139-153. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7).

2. ALLIEND, G. Felipe, CONDEMARÍN, Mabel. Leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. Tradução de José Cláudio de Almeida Abreu. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.

3. BOFARULL, M. Teresa. Avaliação da compreensão de leitura. Proposta de um roteiro de observação. In TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp.127-136. (Coleção
Inovação Pedagógica, v.7).

4. CEREZO, Manuel. Persuasores ocultos: os textos publicitários. In In TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp.155-165. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7).

5. COLOMER, Teresa, CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução de
Fátima Murad. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.

6. CONDEMARÍN, Mabel e MEDINA, Alejandra. A avaliação autêntica: um meio para melhorar
as competências em linguagem e comunicação. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre?
Artmed, 2005

7. CONDEMARÍN, Mabel, BLOMQUIST, Marlys. Dislexia: manual de leitura corretiva.
Tradução de Ana Maria Netto Machado. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.

8. COOTES, Claire e SIMSON, Sarah. O ensino da ortografia a crianças com dificuldades de aprendizagens específicas. In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia,
fala e linguagem: um manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre: Artmed, 2004. pp.183-202.

10. FULGENCIO, Lúcia, LIBERATO, Yara Goulart. Como facilitar a leitura. São Paulo:
Contexto, 1992. (Coleção repensando a língua portuguesa)

11. GALLEGO, Maria Soledad Carrillo, SERRANO, Javier Marin. Desarrollo metafonológico
e adquisición de la lectura: un estudio de entrenamiento. Madrid: CIDE, 1996. (colección investigación, n.122)

12. GARCIA, Jesus Nicacio. Manual de dificuldades de aprendizagem: linguagem, leitura, escrita
e matemática. Tradução de Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

13. GOULANDRIS, Nata K. Avaliação das habilidades de leitura e ortografia. In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre: Artmed, 2004. pp.91-120.

15. HANNAVY, Sybil. O desenvolvimento dos pais na ajuda aos filhos na superação das
dificuldades de leitura e escrita. In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.)
Dislexia, fala e linguagem: um manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.
Porto Alegre: Artmed, 2004. pp.227-245.

17. HATCHER, Peter J. Prática dos vínculos do som na intervenção de leitura com a criança em idade escolar. . In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e
linguagem: um manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre:
Artmed, 2004. pp.159-181.

19. HOUT, Anne Van; ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação, tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

20. JAMET, Eric. Leitura e aproveitamento escolar. Tradução de Maria Stela Gonçalves.
São Paulo: Loyola, 2000.

21. JOLIBERT, Josette. Formar crianças leitoras/produtoras de textos. Proposta de uma problemática didática integrada. In TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua
como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp 77-92. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7).

22. KLEI, Hanna. Avaliação das dificuldades de linguagem em crianças e em adolescentes.
In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um manual
do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre: Artmed, 2004. pp.75-90.

24. LAYTON, Lyn e DEENY, Karen. Promoção da consciência fonológica em crianças de
pré-escola. . In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e l
inguagem: um manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre:
Artmed, 2004. pp.143-158.

26. LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações
do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

27. MARTINS, Vicente. A dislexia em sala de aula. In: PINTO, Maria Alice (org.).
Psicopedagogia: diversas faces, múltiplos olhares. São Paulo: Olho d’Água, 2003.

28. MORAIS, José. A arte de ler. São Paulo: Unesp, 1996.

29. MUTER, Valerie. Antevendo as dificuldades de leitura e de ortografia das crianças.
In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um
manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre:
Artmed, 2004. pp.43-56.

31. PÉREZ, Francisco Carvajal, García, Joaquín Ramos (orgs). Ensinar ou aprender a ler e a escrever? Aspectos teóricos do processo de construção significativa, funcionamento e
compartilhada do código escrito. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.

32. QUINTANAL, José. Tratamento complementar da leitura em sala de aula. Consideração
que deve receber em outras áreas que não a de língua. In TEBEROSKY, Ana et al.
Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto
Alegre: Artmed, 2003. pp. 45-54. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7).

33. SERRA, Joan e OLLER, Carles. Estratégias de leitura e compreensão do texto no ensino fundamental e médio. TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp. 35-43. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7).

34. SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um manual
do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre: Artmed, 2004.

35. SNOWLING, Margaret J. Dislexia desenvolvimental: uma introdução e visão teórica geral.
In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um manual
do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre: Artmed, 2004. pp. 11-21.

37. SNOWLING, Margaret; STACKHOUSE, Joy. Dislexia, fala e língua: um manual do
profissional. Tradução de Magda França Lopes. Porto Alegre: Artmed, 2004.

38. SOLÉ, Isabel. Leitura em educação infantil? Sim, obrigada! In TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7). pp. 67-76.

39. SOLÉ, Isabel. Ler, leitura, compreensão: “ sempre falamos da mesma coisa?”. In
TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução de
Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp. 17-34. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7).

40. STACKHOUSE, Joy. Fala, ortografia e leitura: quem está em risco e por quê?
In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um
manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre: Artmed, 2004. pp.23-41.

42. STERNBERG, Robert J; GRIGORENKO, Elena L. Crianças rotuladas: o que é necessário saber sobre as dificuldades de aprendizagem. Tradução de Magda França Lopes.
Porto Alegre: Artmed, 2003.

43. STOTHARD, Susan E. Avaliação da compreensão da leitura. In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um manual do profissional.
Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre: Artmed, 2004. pp.121-141

45. TAYLOR, Jane. O desenvolvimento das habilidades de caligrafia. . In SNOWLING,
Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre: Artmed, 2004. pp.203-225

47. TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução
de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7)

48. TEBEROSKY, Ana.A iniciação no mundo da escrita. In TEBEROSKY, Ana et al.
Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp. 57-66. (Coleção Inovação Pedagógica, v.7).

49. TOLCHINSKY, Liliana e PIPKIN, Mabel. Seis leitores em busca de um texto.
In TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua como procedimento. Tradução
de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp. 95-105. GIL, Rosa e SOLIVA, Maria.
Cantos para aprender a ler. In TEBEROSKY, Ana et al. Compreensão de leitura: a língua
como procedimento. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. pp.107-125.
(Coleção Inovação Pedagógica, v.7).

50. VANCE, Maggie. Avaliação das habilidades de processamento da fala nas crianças: uma
análise de tarefas. In SNOWLING, Margaret e STACKHOUSE, Joy. (orgs.) Dislexia, fala e linguagem: um manual do profissional. Tradução de Magda França Lopes.Porto Alegre:
Artmed, 2004. pp.57-73.


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Vicente Martins
Professor Assistente de Língua Portuguesa e Lingüística dos Cursos de Letras e Pedagogia da Universidade
Estadual Vale do Acaraú (UVA). Graduado e pós-graduado em Letras pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) com mestrado em Educação e área de concentração em política educacional, pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Coordena, desde 1995, o Núcleo de Estudos Lingüísticos e Sociais(NELSO/UVA).
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