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Ritos do Cristianismo
 
Paulo Avelino

O Cristianismo e seus ritos

Pentarquia

Nos começos do cristianismo havia cinco Patriarcas. Cada um deles era o cabeça de um centro de expansão da nova fé, e cada um deles tinha como função expandir o cristianismo numa certa direção geográfica. Primeiro o Patriarca de Jerusalém, no Centro, onde Jesus morreu e ressuscitou. Ao norte, o Patriarca de Constantinopla. Ao sul, o Patriarca de Alexandria, no Egito. Ao Oriente, o Patriarca de Antioquia. E a Ocidente, o Patriarca de Roma. Esse último com os séculos foi ganhando um outro título, o de Papa...

É por isso que entre a miríade de títulos que o Papa tem hoje, Sucessor de Pedro, Primaz da Itália, Bispo de Roma, etc, está também o de Patriarca do Ocidente. A maior parte das ações que o Papa toma são tomadas não enquanto Papa, mas enquanto Patriarca do Ocidente. Outra conseqüência que existe até hoje é na tiara, a coroa com a qual o Papa é coroado. Tiara quer dizer três coroas: a coroa do Bispo de Roma; a coroa do Patriarca do Ocidente, e a coroa do Papa. E enquanto Papa, ele pertence a todos os ritos.

Outra curiosidade: ao contrário do que muitos pensam, a catedral do Papa NÃO é a Basílica de São Pedro... A Catedral dele é a Basílica de São João de Latrão, também em Roma. É lá que fica a cátedra (= cadeira) onde se senta o Bispo de Roma, a sua igreja sede. De “cátedra” vem “catedral”. A Basílica de São Pedro é a catedral do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, quando as igrejas se reunificarem.

E cada um dos outros Patriarcas tem uma igreja ou basílica em Roma. Falando de basílicas, tem outra curiosidade. Roma tem seis basílicas (tem as duas já mencionadas, tem Santa Maria Maior – cujo teto foi decorado com o primeiro ouro trazido ou roubado das Américas – tem São Paulo Extramuros – assim chamada por que ficava do lado de fora dos muros da cidade – e outras duas que não lembro). Privilégio de Capital. O Brasil inteiro só tem duas (Aparecida e Canindé, no Ceará).

A particularidade de São Pedro, São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros é que elas têm portas santas, e as outras não têm. As portas santas só se abrem a cada 25 anos, geralmente.

Voltando aos títulos da pentarquia, o Patriarca dos Melquitas hoje tem o seguinte título: “Sua Beatitude o Patriarca Máximo V, de Antioquia e todo o Oriente, Jerusalém e Alexandria, Décimo-terceiro apóstolo e Sucessor de Pedro”. Ou seja, de Antioquia a fé deveria se expandir para todo o Oriente.

Brigas e dissensões: o Arianismo


Boa parte dos ritos teve sua origem em cismas, divisões.

O cristianismo sempre teve uma ótima mania (ou péssima, de acordo com o ponto de vista): tudo sempre foi bem explicadinho, filosófica ou teologicamente, às vezes das duas formas. Certas questões que poderiam ser simplesmente deixadas de lado foram investigadas a fundo. Isso teve o péssimo efeito colateral de, a cada vez que uma questão era resolvida, uma turma discordar e cair fora.

A primeira briga braba (brigas houve muitas desde o começo. Estou falando de brigas para valer!) aconteceu a partir do ano 315, mais ou menos.

Um padre de Alexandria no Egito, chamado Ário, muito humilde, tanto que teria recusado a candidatura a Patriarca, lançou uma teoria. Jesus foi criado por Deus. Era uma criatura perfeitíssima, superior a todas as outras, mas ele foi criado. Não era exatamente Deus. Era semelhante, mas só semelhante.

Ora, a crença difusa mas ainda não estabelecida era que Jesus era Deus, tanto como o Deus-Pai. Ora, semelhante, igual, que diferença isso faria? Não seria mais fácil deixar isso nebuloso, para evitar brigas inúteis? Seria. Mas aí entrou “Seu explicadinho”... Tudo tem de ser explicado, por respeito ao fiel, e por não querer que o fiel se torne um fanático que crê em bobagens não provadas, teológica ou filosoficamente.

E tome briga. Uns sessenta anos de briga na sua fase mais dura, por aí. Ário foi exilado, depois voltou. Quando ia ser recebido na igreja, morreu de forma horrível. Milagre segundo alguns, veneno segundo outros. O concílio de Nicéia em 325 estabeleceu que Jesus era igual ao Pai, recusando a doutrina de Ário. Muita gente não concordou, inclusive a irmã do Imperador. E tome mais briga, o Imperador é batizado em extrema-unção por um bispo ariano. Os arianos convertiam multidões. Destaca-se a figura do teimoso Patriarca de Alexandria, Atanásio. Os adeptos da crença do “igual” perdem terreno. Atanásio é chutado da sua diocese e caçado como um cão, se refugia em cisternas e aqueles que o abrigam têm os olhos arrancados.

Os arianos quase venceram. Mas no final se estabeleceu que Jesus era consubstancial ao Pai, ou seja, feito da mesma substância, um conceito estabelecido por um filósofo pagão, Aristóteles, que Dante colocaria no Inferno, num círculo não muito ruim, na verdade, colocou-o no Limbo, mas ainda assim no Inferno.

Aí surgiria outro problema.

Brigas e dissensões: o Nestorianismo e o surgimento de novos ritos


Ao contrário da crença popular, o cristianismo em sua essência se dá bem com o corpo. Quem via o corpo com desconfiança, como coisa do cão, era o pessoal daquelas religiões do Oriente Próximo. O cristianismo essencial vê o corpo com tanta simpatia que a gente reza no credo “na ressurreição dos mortos...” Por que na ressurreição dos mortos? Por que a gente não poderia ir ao céu só com nossas almas, e tudo estaria bem? Por que nós somos humanos, e ser humano tem corpo e espírito. Assim depois do julgamento teremos um corpo sim, um corpo diferente, mas um corpo!

Pois bem, mas muita gente achava o corpo muito sujo. Os adeptos de Mani por exemplo diziam que havia dois princípios, um bom outro mau, um de luz outro de trevas, absolutamente irreconciliáveis. O corpo era um princípio mau, e o espírito um princípio bom...

A igreja só começou a passar essa idéia de horror ao corpo de uns trezentos anos para cá, depois que o cristianismo passou por uma irritante sexualização. Ouve-se falar em “Pecado” e a gente pensa logo naquilo. Em Olinda tem uma igreja com um túmulo sobre o qual tem escrito apenas “A pecadora”. Alguém pensa nela como uma mulher orgulhosa? Não, geralmente se pensa logo naquilo. E na verdade o pior pecado segundo a teologia medieval principal era o orgulho. O pecado de Lúcifer não foi transar com nenhuma diabinha. Seu pecado foi querer ser como Deus (o pior dos orgulhos!). Ele quis derrubar Deus, e levou um terço dos anjos consigo.

Essa dessexualização (que é na verdade uma excessiva preocupação com o sexo) é tão chata que leva até a distorções na representação de Maria. Pode-se ver em pinturas da renascença ou do barroco Maria com seios, com roupas da época que mostravam suas formas de mulher, e ate amamentando. Ou seja, sendo uma mulher! Hoje Maria é mostrada toda coberta e com peito de menina, ou seja, praticamente sem seios! E Maria era uma mulher, e podem apostar que aquele parto doeu, principalmente naquela época muito antes da anestesia!

Mas enfim muita gente passou a achar “sujo, feio” que Deus ficasse nove meses dentro do corpo de uma mulher (aquela turminha era meio machista, mesmo). Achava horrendo que Deus saísse de dentro de uma mulher, por aquele lugar...

Lá pelo ano 425, um cidadão muito brabo chamado Nestório, Patriarca de Constantinopla veio com uma idéia: havia duas pessoas em Jesus. A divina e a humana. Maria deu a luz Jesus, um homem. E aquele homem só se tornou Deus quando foi batizado por João, trinta anos depois, à margem do rio Jordão. Maria seria Mãe de Cristo, mas não Mãe de Deus.

De novo, haja brigas, debates, livros, fofocas, denúncias ao Imperador, reuniões, sínodos, vou pular os detalhes sangrentos. A resistência foi chefiada de novo pelo Patriarca de Alexandria, que então era Cirilo. Ele e Nestório se pegaram tão ferozmente que virou uma questão pessoal entre ambos. Finalmente no concílio de Éfeso em 431 se estabeleceu: Nestório estava errado. Maria era Mãe de Deus.

Perseguidos, os adeptos de Nestório se refugiaram no Império Persa, o arqui-rival dos romanos, e lá formaram a chamada igreja nestoriana. Esse pessoal foi se expandindo pela rota da seda e chegou até a China e a Índia, Marco Pólo encontrou vários deles por lá, assim como os portugueses depois.

No entanto alguns deles quiseram voltar ao catolicismo. E assim fizeram, mas conservando um rito especial seu, o rito caldeu, que tem uns 170.000 adeptos principalmente no atual Iraque, e é liderado pelo Patriarca de Mosul. Tareq Aziz, o Vice-Presidente do Iraque, é católico desse rito.

Os nestorianos da Índia tiveram contato com os portugueses colonizadores no século XVI e voltaram ao catolicismo, mas formando o seu próprio rito, o rito Malabar, hoje com mais de um milhão de adeptos e crescendo rapidamente. Seu líder é o Arcebispo de Ernakulam.

Quanto à Igreja Nestoriana ainda fiel aos preceitos de seu inspirador Nestório, ainda existe e é chamada de Igreja Assíria, com adeptos especialmente no Iraque e também no Irã. Seu líder é o Patriarca da Babilônia.

Às vezes pode parecer que estou falando de realidades muito etéreas e distantes... Que nada meus amigos, os adeptos de Nestório (reconciliados com o catolicismo) estão na Internet! (http://www.chaldeansonline.net/).

Brigas e dissensões: o Monofisismo e o surgimento de novos ritos e igrejas


Problema resolvido, surgiria outro. Pouco anos depois gente da Síria e do Egito veio com a idéia que Jesus tinha uma só natureza, a divina. Isso poderia levar a várias idéias do tipo, que as chibatadas que Jesus levou não doeram, elas fora só um piquenique. E se reuniu outro concílio, o de Calcedônia, em 451 para resolver a questão. E concluíram que Jesus tinha duas naturezas, a divina e a humana.

Como aconteceu com o concílio anterior, muita gente não gostou e aconteceu outro racha. Pessoas diziam que a natureza humana fora subsumida pela divina, e assim Jesus tinha uma só natureza: eram os chamados Monofisitas. Vários deles não aceitaram o resultado do Concílio de Calcedônia. Muita gente saiu. Os Monofisitas da Síria formaram uma igreja própria, os Jacobitas, que depois se expandiram pelo oriente e chegaram até Índia. Os colonizadores portugueses do século XVI encontram lá essas comunidades cristãs firmemente estabelecidas.

Parte dos Jacobitas, ou monofisitas sírios, nos séculos seguintes voltaram ao catolicismo, mas voltaram com seu rito próprio, formando o chamado rito Siríaco Puro, atualmente eles são uns 100.000 e sua principal autoridade é o Patriarca de Antioquia, que vive em Beirute, no Líbano.

Os Jacobitas que viviam na Índia voltaram ao catolicismo muito recentemente, em 1930, levados por seu líder Mar Ivanios. Eles formam o rito Malankar (não confundir com o rito Malabar, de origem nestoriana). Seu chefe é o Arcebispo de Trivandrum.

Os monofisitas egípcios continuam fora, com a chamada igreja Copta (“Copta” significa “Egípcio”). Essa igreja existe até hoje com milhões de adeptos, e seu chefe (da Igreja Alexandrina Monofisita) é o Papa Stephanos II. Existe uma parte dos monofisitas que deixou de sê-lo, voltando ao catolicismo. Quando o papa esteve recentemente no Egito ele visitou os católicos coptas, que uns 200.000. Seu chefe é o Patriarca de Alexandria no Cairo.

A Igreja da Etiópia sempre foi muito ligada à Egípcia, e ela também os seguiu no cisma Monofisita. Até hoje os etíopes foram uma igreja Monofisita própria, que tem uma das seis capelas na igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém. Há católicos Etíopes que voltaram, sob os bispos da Abissínia e o da Eritréia.

O rito Melquita e a sucessão


Um dos ritos mais interessantes é o rito Melquita. Este tem uma forte presença no Brasil, com sete paróquias e uma eparquia. Eparquia é uma Diocese de um rito oriental. No Brasil os melquitas têm a Eparquia de Nossa Senhora do Paraíso, com sede em São Paulo. Nos Estados Unidos existe a poderosa Eparquia de Newton, perto de Boston, com 40 paróquias.

O Nome Melquita é curioso. Vem de melk, que em siríaco quer dizer “Imperador”. Essa igreja vem dos tempos do cisma monofisita. Como boa parte dos sírios se tornou monofisita ou nestoriano, os poucos que ficaram fiéis ao papa (e ao Imperador em Constantinopla) passaram a precisar pedir auxílio constante ao imperador, e ganharam pejorativamente esse nome, que passaram a adotar.

Os melquitas se separaram do catolicismo em 1054, seguindo as demais igrejas de rito bizantino. No entanto, em 1724 o novo Patriarca Melquita de Antioquia decidiu voltar ao Catolicismo. E voltou, formando o rito Melquita.

Alguém poderia perguntar: e alguém pode simplesmente voltar assim numa boa? Pode se for bispo. Desculpem-me mais um circunlóquio, mas preciso explicar essa curiosíssima característica do cristianismo chamada de sucessão apostólica.

O sacerdócio dos padres foi instituído por Melquisedeque, ainda nos tempos pré-Cristo. Por isso que na ordenação de um padre se diz mais ou menos assim: tu és sacerdote para sempre na ordem de Melquisedeque... Mas os bispos foram instituídos por Cristo, eram os apóstolos. Aqueles doze primeiros sagraram outros bispos, impondo suas mãos nas testas deles (o gesto importante). Hoje em dia, são três os bispos que devem se reunir para sagrar outro. Geralmente outros bispos estão presentes e impõem as mãos, mas só por cortesia. O que vale mesmo são os três. Pois bem, os bispos sagrados pelos apóstolos sagraram outros, que sagraram outros, que sagraram outros.., e chegaram aos de hoje.

Mas no meio do caminho tinha uma pedra. Nos cismas ortodoxo, no século XI, e anglicano, no século XVI, muitos bispos saíram do catolicismo. Fundaram duas outras religiões, a ortodoxa e a anglicana. Então, esses cidadãos deixaram de ser bispos? Não, meus amigos, aí vem a força pesadíssima da tradição! Um bispo é tão importante que ele continua sendo bispo mesmo depois que sai da Igreja. E as suas ordenações de padres são válidas! Por exemplo um bispo Anglicano, Desmond Tutu, da África do Sul. Ele é um bispo. Não só para os anglicanos, mas para os católicos, para os ortodoxos, ele é um bispo. E os padres que ele ordena são padres.

Então é tudo a mesma coisa, católico, anglicano, ortodoxo? Não, note bem, Desmond Tutu é um bispo, seus padres são padres. Mas eles estão fora da comunhão católica. São irmãos separados. Mas o bispo Tutu poderia voltar ao seio do catolicismo? Na hora! Ele é um bispo, suas prerrogativas seriam reconhecidas.

Foi o que aconteceu em 1724, o Patriarca (bispo) de Antioquia quis voltar...e voltou. E hoje eu e você em sete cidades brasileiras podemos acompanhar esse rito fascinante e catolicíssimo, o rito melquita.

Maronitas e outros ritos


Outro rito curioso é o rito maronita. Esse nasceu da forma mais maluca. Foi uma comunidade de cristãos que se viu engolfada pela invasão muçulmana. Por questões de segurança resolveram se abrigar num vale nas longínquas montanhas do Líbano. E lá continuaram católicos, seguindo os ritos, mas ficaram isolados uns bons 400 anos... e isso é um bocado de tempo. Seus ritos imperceptivelmente foram mudando, ficando defasados em relação ao resto da Igreja. No século XIII, quando os cruzados chegaram lá, ficaram de boca aberta: havia cristãos lá, cercados de muçulmanos por todos os lados! E o Patriarca maronita foi ao Vaticano, e foram reunidos (na verdade nunca tinham sido separados, não doutrinariamente, só fisicamente) à Igreja. O rito maronita é todo em aramaico. Existe uma eparquia no Brasil, com sede em São Paulo.
 

Tem outro rito curioso, do qual não sei quase nada, o rito Ambrosiano, existente só na cidade de Milão. É um rito ocidental latino, mas não romano. Seu nome vem de Ambrósio, o brilhante bispo da cidade. Tem uma história curiosa sobre ele. Certa vez um aluno seu entrou na catedral e lá estava Ambrósio. Estava olhando um livro, absorto e alheio a tudo. Olhava e olhava. Até que o aluno não se conteve e perguntou Mestre, o que está fazendo? E Ambrósio levantou a vista e respondeu: estou lendo! E assim era criada a chamada leitura silenciosa! Antes de Ambrósio todo mundo só lia em voz alta!

Outro rito curioso, esse existente no Brasil, é o Ítalo-Greco, que é rezado em latim ou italiano, mas seu ritual é bizantino. Nasceu da parte sul da Itália, que sempre teve forte influência bizantina. Esse tem uma paróquia no Brasil.

Outro rito curioso é o rito moçárabe, existente na Espanha, e rezado em árabe. Vem dos tempos em que árabes invadiram a Espanha. Alguns se converteram ao catolicismo, e o rito por eles fundado está aí.

Coisas dessa fascinante e esquecida tradição cultural, a história do catolicismo...

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