Terrorismo
Home  |  Literatura  |  História  |  ebooks grátis  |  Testes Vocacionais Intercâmbio Cultural  |  Eshopping  |  Email   
Terrorismo e Focos de tensões Mundiais I

Eustáquio Lagoeiro Castelo Branco

Saiba sobre os diversos movimentos terroristas que atravessa o mundo atualmente, fruto de disputas separatistas, religiosas, geográficas e outras motivações. São ao todo 30 movimentos detectados nos vários continentes.


De tempos em tempos a humanidade passa por determinadas ocorrências e provações
que trazem de roldão mudanças tais que subvertem a ordem vigente nos seus aspectos políticos, econômicos, sociais. Foi o que ocorreu com a expansão marítima do século XVI,
a revolução francesa e Industrial e a I e II guerras mundiais. Esses acontecimentos foram capazes de determinar uma transformação profunda na conjuntura mundial, estabelecendo uma
nova ordem global. O ataque terrorista em Nova Iorque está parecendo um desses momentos, prestes a acarretar um turbilhão de mudanças destrambelhadas que produzindo o caos, cria a necessidade de um nova estruturação nas relações da humanidade. A cultura ocidental cultivou, desde o séc XIX, com os movimentos de expansão colonialista, uma certa presunção de superioridade em relação ao oriente.

Para nos ocidentais, em particular o europeu, e mais em particular ainda, o cristão anglo-saxão, a nossa civilização é racional, desenvolvida, equilibrada e não dada a
arroubos sentimentais. Uma civilização onde impera o dinamismo, o otimismo, a diversidade, a capacidade criativa de progredir e transformar. O ocidente além dessas nobres virtudes, teria a bondade e o altruísmo cristão de, não competir, mas partilhar as "dádivas divinas da riqueza" com
os povos orientais subdesenvolvidos, inferiores, estáticos no tempo. O oriente seria bárbaro e temível, miserável e primitivo e "nós ocidentais fomos a eles, de "braços abertos" levar-lhes os benefícios da civilização, mitigar seu sofrimento milenar e resgatar o sentimento de humanidade latente que pudesse existir em seus corações". 
Retórica excelente que traduzida queria dizer: o ocidente deve ocupar, subjugar, pacificar, explorar....e cultivar através de guerras cruéis uma imagem de poder e controle que permitisse a exploração dessas riquezas mal aproveitadas...em benefício do ocidente. É claro!

Mas, como dizia Churchill: "pode se enganar todo o povo por um certo tempo mas não
pelo tempo todo". É chegada a hora de cobrar a fatura.

O "inimigo" é novo. Não mais os soviéticos, mas o terrorismo. Armas nucleares pouco adianta.
Não é uma luta de classes. É uma luta de tudo: religiosa, política, geográfica, ideológica(sic).De classes também. 
Não mais Marx, Bakunin, Stálin, mas as regras do mercado, impostas pela OMC (Organização Mundial de Comércio) que procura descaradamente beneficiar os criadores das regras, o G-7.

Que critérios, regras, medidas podemos utilizar para mensurar e abordar os problemas de agora? Que remédio ou placebo indicamos para a emergência dessa nova configuração cultural? Configuração esta que se reproduz e se desfaz incessantemente (como toda a sociedade) no
contexto das disputas e das aspirações divididas por atores sociais esclarecidos, conscientizados, determinados, crentes de seus objetivos.

O que fazer? Combater, sublimar, submeter?
A única coisa que sabemos é que terrorismo é ruim. mas precisamos primeiro definir o que é isto.

Para combater alguma coisa você precisa defini-la, baliza-la, criteria-la, ou seja caracteriza-la
como tal.
O que é terrorismo? Quem é Terrorista? Precisamos antes, responder a essas indagações.

No momento, o problema(qual?)se "resume" em saber(como e quando?)que armas usar para atacar(onde?) o inimigo(quem?).

A própria ONU, não sabe o que é terrorismo. Tanto que o secretário- Geral, Kofi Annan, tem apelado para os vários Estados-membros a chegarem a um consenso sobre a conceituação do "fenômeno".

Lembro do meu primeiro encontro, do meu primeira beijo, da primeira injeção(mordia uma
"Seleções de Readers Digest"). Aquele frio na barriga ou na espinha, sei lá(a consciência do
espaço geo-bio-corporal fica meio desarvorado); aquela expectativa que mistura medo,
apreensão, prazer e angustia....;

Deve ser esse o estado dos Estados-membros quando se trata de discutir a questão. Afinal, o
que para uma nação é terrorismo, para outras é luta pela liberdade.
Existe um princípio universal?

Os Bascos, o IRA, os Curdos, os Palestinos,Os Chechenos são terroristas ou estão lutando pela
sua autodeterminação? Quem arrisca a responder?
E os tupis-Guaranis não teriam direito de pedir que nos evacuássemos as nossas casas pois a
apenas 500 anos eles eram os verdadeiros donos.
Mais direito que os israelenses que voltaram 2000 anos depois. E os árabes que explodem civis, impõem leis islâmicas radicais e se consideram os donos da verdade moral?
A gente não consegue nem se posicionar. Talvez, o melhor, é se omitir e deixar ver no que vai dar.

Outra pergunta é quem são os terroristas?....os árabes que implodiram as torres gêmeas; os homens-bombas palestinos; os protestantes da Irlanda que atacam criancinhas católicas ou IRA
que ataca populações civis? Não seria terroristas, os governantes balcânicos que matavam e estupravam mulheres na sua assanhada limpeza étnica? Ou quem sabe os terroristas seriam as milícias de pol pot saneando o Camboja em nome de uma luta contra a democracia burguesa e a implantação de um Estado essencialmente agrícola? Poderia também serem estes terrorista, os governos das potências ocidentais encabeçados pelos americanos que interviu em Porto Rico, influenciou na queda dos sandistas da Guatemala, que se omite diante das desgraças do povo africano; que nega o acesso a tecnologia farmacêutica aos aidéticos pobres dos países periféricos. que inventou, armou e treinou Sadam Husseim para trucidar curdos e iranianos; armou e
financiou Bin Laden e os fundamentalistas do Talibã para que fizessem atos de terror contra os soviéticos. O próprio Fidel, treinado pelos EUA para derrubar Fulgêncio Batista, é exemplo.
A lista e imensa, variada, sofisticada: Pinochet(Chile), Videla (Argentina), Noriega (Panamá),
Papa Doc (Haiti), Sukarno (Indonésia), Ferdinand Marcos (Filipinas).......

Se você prestou bem atenção no texto acima pode perceber que a maior parte da insatisfação que gera ameaças estão situadas no oriente e na África. Sementes do século XIX e germinadas no XX devido sobretudo ás fronteiras políticas instituídas com a colonização e, posteriormente, com a independência que não obedeceram às divisões étnicas, religiosas e lingüísticas da população.

Existem atualmente incontáveis conflitos armados no mundo. Esses movimentos são
principalmente de caráter étnico, religiosos e alguns poucos de origem política. A maioria
na Ásia e na África.
Na Ásia podemos citar o Iraque, a Turquia, A chechênia, Afeganistão, Caxemira, Sri Lanka, Mianmar, Filipinas,etc; Na África, a República do congo, Somália, Quênia, Uganda, Angola,
Libéria, Serra Leoa, Argélia, Sudão e outros;
Podemos lembrar ainda a guerra em Kosovo e conflitos, no Peru, na Colômbia, na Indonésia
e mais, que não me lembro no momento 

Hoje se luta por comida, religião, ideologia, espaço territorial. Dentro de um mesmo grupo
cultural ou nação dita civilizada existem facções com objetivos diversos e que inviabilizam
qualquer esforço pela paz.

Na antiguidade e na idade media, quando os povos eram considerados bárbaros, não era tão importante ter uma fronteira política definida. Os limites territoriais eram plásticos.

Os povos de certa forma nômades. De quando em quando eram dominados por outros povos
que se organizavam em grandes impérios multi-étnicos com populações de várias nacionalidades, sem provocar muitos problemas de ordem política. O espaço geográfico era importante, mas os meios de sobrevivência ali presentes, era fundamental e defendido com sacrifício da própria vida.
O que o dominador queria é que esses povos sob sua tutela pagassem seus tributos. No mais, preservavam sua autonomia, continuavam com seus governos locais, livres para falar sua língua, cultivar seus hábitos e costumes e manter sua cultura em geral. podiam, em certos casos, até acender na hierarquia e participar das decisões políticas e administrativas dos dominadores. Exemplo disso foi o sultão Saladino, líder dos mulçumanos que derrotaram os cruzados no
século XII, era um Curdo.

Essa situação passa a se modificar á partir de finais da Idade média, quando os territórios
europeus começam a se centralizarem e organizarem-se em Estados Nacionais, com
fronteiras definidas, língua, moeda, exercito e nesse processo minorias de culturas diversas
tendem a ser expurgadas.
Este Estado-nação possibilitou aos europeus concentrar condições tais, como a coesão social
e a disciplina para o trabalho, imprescindíveis para promover o desenvolvimento econômico.
Os países orientais, para não ficarem atrasados, tecnológica e militarmente, em relação aos
grandes países ocidentais, passam a adotar o modelo de Estado-Nação europeu, contaminando
o oriente com novas demandas. 

Em 1999, um relatório do Instituto Internacional de Pesquisas sobre a Paz, de Estocolmo, na
Suécia, identificava 27 confrontos armados no mundo, fruto de rivalidades
étnico-político-geograficas manipuladas por lideranças populistas locais
Quais seriam atualmente os principais movimentos causadores de tensões religiosas,
geográficas e sociais existentes no mundo. Vamos tentar enumera-las.



Conflito na Irlanda - Católicos X Protestantes


Em 6 de Dezembro de 1921, o governo londrino foi forçado a negociar e colocar fim
à guerra de independência anglo-irlandesa. Por esse acordo separava-se a Irlanda
em duas regiões distintas: a Irlanda do Norte (seis condados) da Irlanda do Sul (26 condados), que passava a se denominar Estado Livre da Irlanda e posteriormente, República da Irlanda(1948) ou Eire. A Irlanda do Norte ou Ulster continuou a fazer parte do Reino Unido, mas teria liberdade de escolha, ou seja, anexar-se ou não ao novo Estado. O Ulster, de maioria protestante, era leal à coroa inglesa e não tinha, e não tem, interesse na unificação com o Eire
de maioria católica.

A Inglaterra continuou a aceitar a possível unificação, mas declarava que em nenhum caso a
Irlanda do Norte(Ulster - protestantes) deixaria de fazer parte dos domínios britânicos sem o consentimento de seu próprio parlamento. Mas, a minoria católica do Eire, confinada a uma
situação social e política discriminatória, passa a organizar um Movimento em prol da anexação. Esse movimento é estruturado com base na criação de organizações clandestinas e terroristas,
já que por vias pacíficas se tornava impossível diante do monopólio parlamentar
em mãos protestantes.

Desde então, principalmente após a década de 1960, a divisão da Irlanda permanece um foco de tensão, tornando a região palco de violentos distúrbios provocados pelas reivindicações da
minoria católica pró unificação.
A existência de uma só Irlanda não é interessante para os protestantes, pois se tornariam minoria, daí o motivo de serem contra.
A luta contra o separatismo é disputada entre vários partidos, prós e contras. Alguns legalmente constituídos, outros clandestinos que combinam estratégias políticas e/ou militar-terrorista.

A violência dessa disputa, levou o governo britânico, em 1972, a intervir militarmente e assumir diretamente as funções políticas na região do Ulster - protestantes.
Em 1993, os primeiros-ministros da Grã-bretanha e da Irlanda do Norte assinaram uma
declaração conjunta admitindo o direito da população da Irlanda do Norte de escolher o seu
destino através de um plebiscito em que a população norte-irlandesa possa optar por permanecer integrada ao Reino Unido ou juntar-se à Irlanda. A minoria católica não aceita. A luta continua. 

São esses o principais partidos ou organizações que se enfrentam na defesa de seus interesses 


Sinn Fein ("Nós Mesmos") - partido político irlandês católico, fundado em 1905, e apoiou a campanha de violência do IRA contra alvos britânicos. líder: Gerry Adams.
tem como objetivo unificar toda a Irlanda, descartando a interferência inglesa.

Partido Unionista do Ulster -o maior partido protestante da Irlanda do Norte e defende a manutenção da província como parte do Reino Unido.- líder: David Trimble(Nobel de paz)

Exército republicano Irlandês - IRAOrganização clandestina, representante dos católicos, que através de atos terrorista tenta acabar com o separatismo entre os dois setores irlandeses.
Nos últimos tempos tem tentado assumir posições mais pacifistas, o que tem gerado dissidências. 

IRA Autêntico é o principal grupo republicano dissidente da Irlanda do Norte. A organização surgiu em outubro de 1997 como uma dissidência do IRA e é formado por membros do IRA
histórico que se sentem frustrados com a diminuição dos ataques na província.

Partido Social Democrático e Trabalhista da Irlanda do Norte, liderado por John Hume, representante da comunidade católica de linha moderada.

Partido Unionista Democrático - DUP - é o segundo maior partido na Irlanda do Norte
entre os que defendem a permanência da província no Reino Unido. sob liderança de Ian Paisley assume uma posição contrária a qualquer tipo de concessões à comunidade católica. 



A Questão Basca


A origem do povo basco é desconhecida e possui mais de 5 mil anos de história.
A língua falada pelo povo (euskera) parece pertencer ao tronco indo-europeu,
fonte do latim e das demais línguas ocidentais. Alguns lingüistas o consideram
uma língua isolada e muito antiga, provavelmente uma evolução da língua dos primeiros povos que migraram para a Europa. Outros o consideram, através de comparações, aparentado a línguas até hoje faladas no Cáucaso. Há ainda estudiosos que tentam ligá-lo a
línguas africanas e ao idioma dos etruscos. De qualquer forma, é uma língua falada ou
compreendida por pelo menos 800.000 pessoas, e que já era falada muito antes de os
romanos levarem o latim à Península Ibérica.

Hoje existem cerca de 500 mil bascos habitando quatro províncias espanholas (Vizcaya,
Guipuscoa, Alava e Navarra) e três francesas (Labourd, Baixa Navarre e Soule).

Em finais da década de cinqüenta, surgia na Espanha uma organização nacionalista
(ETA-Euskadi Ta Azkatasuma - Pátria Basca e Liberdade) cujo objetivo era defender
a autonomia do povo basco. Exigiam, e exigem a criação de um Estado Basco em terras
do norte espanhol e parte da França.

Sua estratégia, desde os anos 60 é utilizar de atentados de caráter
terrorista para atingir seus objetivos. Depois da morte de Franco(1975)com o processo de redemocratização na Espanha, os Bascos ganharam uma certa autonomia, mas a exigência de um Estado Nacional Basco livre e autônomo não permitiu que a paz retornasse á região.

Atualmente, intensificaram os atentados violentos á bomba e assassinados de autoridades espanholas no intuito de chamar a atenção da opinião
pública mundial sobre seu movimento e forçar uma decisão política que atenda seus objetivos.



O Movimento curdo


Entre as regiões da Ásia central e do oriente médio (enclave territorial que atravessa as fronteiras da Turquia, Iraque, Irã e Síria), espalha-se um povo de origem indo-européia que a mais de um século reivindicam sua autonomia. Trata-se dos Curdos, um numeroso grupo étnico de cultura milenar, modificada apenas pela adoção do
islamismo como religião no séc VII. São quase trinta milhões de pessoas. 

Por volta do século IV o Kurdistão era parte do império Bizantino, mais tarde, denominado Império Otomano. Quando este entrou em decadência e esfacelou-se após a 1º Guerra Mundial,
com a interferência autoritária de grandes potências européias, a região foi repartida em vários estados-clientes. 

O Kurdistão foi ignorado e dividido e até hoje os Curdos vivem em cinco nações diferentes:
parte da Turquia(majoritária-15 milhões), do Irã, do Iraque(15%), da Síria, do Azerbaijão e
Armênia.
Mas os curdos não pretendem ser turcos, iraquianos ou iranianos. Querem ser curdos e para
isso, sonham com um Estado próprio baseado na sua língua e cultura. Desde meados do século 19, quando perderam a sua autonomia. Começou então a sua luta. Mas Todos aqueles países se opõem à criação de um governo curdo autônomo, o que implicariam em cessão de parte de seus territórios e outras implicações de ordem econômica. Como exemplo, podemos citar o Iraque, onde mais da metade do trigo e do petróleo saem do Curdistão.
Diante da impossibilidade de um acordo, os curdos optaram pela guerrilha como forma de pressão.
A resistência armada conta com aproximadamente 20 mil guerrilheiros, 200 mil milicianos e
quase 5 milhões de simpatizantes. O principal grupo armado que lutam no curdistão é o Partido
dos Trabalhadores Curdos (PKK) baseados principalmente na Turquia.

Muitos de seus dirigentes estão presos ou exilados. A tortura de prisioneiros curdos
é amplamente utilizada e as mortes de militantes é coisa comum, principalmente do lado turco, que por ser um país membro da OTAN e aliado dos EUA, nunca sofreram qualquer tipo de sanção internacional.
Não é comum aparecerem notícias sobre esse movimento na mídia internacional e quando aparece, prevalece a versão turca. Essa cumplicidade do mundo ocidental, incentiva
o governo turco a continuar massacrando a população curda. 

Em 1921, o Tratado de Sèvres, previa a criação de um Estado curdo independente que
abrangeria grande parte do antigo Curdistão. Mas a descoberta de grandes jazidas de petróleo
na região e o temor da influência da Revolução Russa, provocaram um novo arranjo geopolítico
que culminou com o Tratado de Lausanne que descartava por completo a criação de um estado uno. 
Outro fator prejudicial foi a Guerra Fria. Os Curdos ocupavam uma zona estratégica de vital importância no xadrez geopolítico mundial. Com apoio da OTAN, foi desencadeada violentas campanhas repressivas. Aldeias inteiras, habitadas por civis, foram arrasadas pelos turcos.

No Iraque, terminada a guerra, a repressão não foi menos violenta. O regime iraquiano promoveu novos massacres. Dezenas de milhares de pessoas foram deportadas de suas regiões de origem
e mais de mil povoados aniquilados.  Milhares de curdos foram mortos pelo uso de armas químicas lançadas pelas tropas de Saddam Hussein. Na região da Armênia, a comunidade curda foi
totalmente eliminada e seu território anexado.

Mais uma vez, esse povo foi esquecido e abandonado á própria sorte. 
Em 1991, a parte do Curdistão do lado iraquiano se tornou independente e lutam agora
contra os turcos para conseguiram a libertação daquele setor

Mas a situação política entre os curdos, também é periclitante. Vários grupos lutam entre si
visando liderar o movimento. São várias facções que não se entendem: o UPK (União Patriótica
do Curdistão), o PDK (Partido Democrático do Curdistão), o LIK (Liga Islâmica do Curdistão)
e outras organizações menores.

Esses grupos tendem a receber apoio de países da região como Irã, Iraque e até Estados Unidos, mas na realidade, nem Iraque, Irã e muito menos os EUA estão interessados em defender os
curdos sejam lá de que partido forem.
Ao apóia-los, o que eles querem realmente é dividir a resistência curda e impedir o avanço da
luta pela autodeterminação.



LEIA TAMBÉM...

Atentado ao World Trade Center

O neoliberalismo, ou capitalismo monopolista pós-moderno

A Quem Interessa a ALCA?

Alca: tão perto, tão longe

O FMI é o resposável por todas as dificuldades na economia brasileira

A Globalização e a Atualidade da Questão Nacional

Civilização e barbárie Ensaio sobre a nova ordem mundial

Teologia de la Liberación e Izquierdas brasileñas en el Foro Social Mundial




Procure na BUSCA pelo
autor ou pelo título.
Se tiver dúvida insira apenas
parte do título ou autor
 
Use palavras-chave para
achar o que procura.
ou click em
Busca Avançada

Fique atento ao valor do frete. Adquira mais livros.
Até 1 kilo, o preço do frete
tem o mesmo valor
Eustáquio Lagoeiro Castelo Branco
Webmaster, Webwriter, professor graduado em história e sociologia,
pós-graduado com especialização em informática educacional
eduquenet@eduquenet.net

jeff skilling
- fan7 - www5